quarta-feira, 17 de março de 2010

Ratatouille 17/03/2010


Prato mais representativo da saudável e aromático da cozinha Mediterrânea.
É uma receita que data do século XVIII, e que pode ser servida quente ou fria, como acompanhamento, entrada ou prato principal, acompanhada de arroz integral ou normal.
Na verdade não passa de um refogado com muitos ingredientes típicos da cozinha mediterrânea. Percebe-se a influência espanhola e italiana neste prato rústico.
O nome significa “picar, triturar”, mas podemos traduzir como “ragu de legumes” ou prato de beringelas.
Receita generosa como todo “confort food”, “comida de mãe”
O ratinho Remy encarnou o espírito francês na cozinha, a Pixxar fez um trabalho maravilhoso na animação “Ratatoille”, é possível observar detalhes impressionantes na produção como, por exemplo, os rótulos dos vinhos e as marcas de queimado nos braços dos cozinheiros (quem cozinha sempre tem alguma).
Os vinhos que acompanham este prato tanto podem ser brancos, tintos(minha preferência) e até os rosados.
Na minha opinião, um tinto aromático e meio robusto como os da Provence, são ideais.
Se preferires branco, use um seco aromático como os do sul da França.
Na Provence, o rosado local muitas vezes acompanha o ratatoille.
Sobre o louro: ele é essencial no ratatoille, erva que possui um amargo suave.
Erva proveniente do sul da França e da Ásia menor.
O chá de louro alivia azia, o mau hálito e indisposição estomacal.
O louro é um símbolo de poesia,, das letras e do sucesso. A palavra “bacharelado” vem do latim, que quer dizer “formando coberto de louros”.
Nas antigas Roma e Grécia, o louro formava as coroas usadas pelos vencedores de batalhas ou disputas esportivas, assim como os poetas (de onde surgiu o termo laureado).
Usamos suas folhas frescas, secas ou desidratadas.

Ratatouille


Ingredientes: 1 cebola cortada em gomos
1 berinjela média
Tomate cereja, inteiro ou 2 tomates cortados em gomos
Abobrinha italiana com a casca, cortadas em rodelas de 2 cm de espessura
2 dentes de alho bem picadinho
1 folha de louro
4 ou 5 flores de couve-flor

Modo de fazer: Comece separando todos os ingredientes e utensílios que irás precisar. Eu faço na wok. Lave os vegetais. Corte-os e coloque tudo na panela onde já derramaste um pouco de azeite, regue com mais um pouco de azeite de oliva, tampar e levar ao fogo até cozinhar (não cozinhe demais, é bom que os legumes fiquem crocantes), tirar a tampa e deixar os legumes secarem. Neste momento colocas o sal, e um pouco de pimenta, tabasco, calabresa, ou alguma aromática.

Quando colocamos o sal no final do cozimento, acentuamos o sabor dos legumes.


segunda-feira, 8 de março de 2010

le petit trou 08/03/2010

segunda -feira!
já começamos a semana com agenda caindo...
minha expectativa para uma consulta médica foi por água abaixo! dois meses de espera e foi desmarcada!!
mas hoje é o dia internacional da mulher e vamos comemorar, porque ser mulher é muito bom!! maquiagem, salto, vestido colorido!! que glória!! e o marido fica louco!! mais glória!!
já que caiu a agenda, fomos almoçar, por que jantar com certeza não aguentaríamos...
meu cavalheiro predileto decidiu por nós e depois de três anos voltamos ao petit trou. daí vamos a flashback, lá se vão uns vinte anos!! nossa!! o edgard scandurra está velho!! por que só os outros envelhecem...rs. em porto alegre, assisti um show do disco "amigos invisíveis". muito tempo depois é que pude exercitar o verso: "sentimentos nào precisam de provas".
sou da geração ira e gosto muito, apesar dos percalços que a banda sofre.
ninguém da famecos(faculdade de comunicação de poa) quis ir comigo, na verdade nem eu sabia quem era edgard scandurra. mas também depois do show nunca mais esqueci, fui sozinha e não me arrependi. bando de trouxas que perderam excelente apresentação com um violão. inesquecível. música boa não se esquece.
vamos ao que interessa, a comida do petit trou: couvert gostoso, pepino, cenoura, ervilha torta, azeitona, sal bom. pão gostoso. seria a fome? nãão estava bom mesmo!
a salada convencional: folhas e tomate, não consigo gostar de molho de maracujá na comida.
o picadinho estava bom, valeu até passar um pãozinho no molho. não era paulista, então não precisou da banana, não é sérgio?! rs
o ovo frito em cima me lembrou a infância, quando eu deixava para come-lo no fim para degustar esta "iguaria" que tanto gosto!
mas antes do picadinho, a sidra me lembrou os natais com minha mãe e irmãos, tão boa aquela sidra docinha do petit trou e divertida em uma caneca.
o creme de papaia estava muito bom! tinha papaia mesmo e cassis de verdade!! incrível!!! os últimos que comi em outros lugares estava muito fake!
me deu até esta vontade incontrolável de escrever e deixei meu príncipe cavalheiro abandonado(ele disse que não fica abandonado quando escrevo, meu fã).
o sal bretão também foi interessante, delicado. vejo diferenças grandes nos tipos de sal.
ótimo almoço!
eu recomendo o petit trou.