Oi!!
Decidi contar minha experiência ontem, na Anhembi Morumbi, fiquei muito tempo sem escrever, tenho tantas coisas para contar... meu estágio no Tordesilhas, minha viagem a Porto Alegre...tanta coisa...
O evento foi um debate sobre pesca, baseado na portaria 445 de dezembro de 2014 que prevê a regulamentação do uso de espécies de peixes ameaçadas de extinção. A universidade reuniu pessoas de vários setores vinculados aos pescados: uma bióloga, um aqüicultor, representantes da faculdade, proprietários de restaurantes; na platéia estudantes e curiosos como eu. Rs
A bióloga Cíntia Miyaji explanou sobre as pesquisas feitas no Brasil, sobre o Projeto Biopesca e apresentou um Guia de consumo responsável de pescados.
Quem estiver interessado neste guia, acesse: guiadeconsumodepescados.eco.br. Vale a pena, pois há uma classificação feita por eles dos peixes que podemos consumir, dos que devemos ficar atentos e os que devemos evitar.
À propósito, tu sabes a diferença entre cação e tubarão? É que o cação é um tubarão que a gente come e o tubarão é um cação que come a gente!
O Ivan Ralston contou sobre a experiência dele trabalhando em restaurantes no exterior e o espanto ao tentar replicar no Brasil! Acompanho o trabalho deste profissional desde o segundo semestre do ano passado, me chamou a atenção seu restaurante, algumas matérias que li sobre o trabalho dele e ontem minha admiração foi confirmada: um jovem que é fuçado! Não encontrei um termo mais nobre para defini-lo. Pelo que pude perceber ele andou por quase todo o litoral brasileiro, pesquisando, conhecendo, fuçando! Muto franco em suas colocações e, não vejo a hora de conhecer o Tuju!
"O peixe desrespeitado é o pior peixe. é necessário respeitar o produto, conservar."
"Desde o momento em que se tira o peixe da água, ele deve ser tratado com nobreza. Ele é ouro! Não é boi,onde podemos saber quantos terão no outro ano!"
Frases do Ivan Ralston
O Cauê Tessuto está em outro degrau deste trabalho de consumo consciente de pescados. Ele está "preparando" um pescador antigo do litoral paulista para transformar-se em pescador modelo. O Cauê, traz seu peixe, assim garante o frescor e o cuidado de conservação; mas durante 4 anos, ele passou suas madrugadas garimpando os melhores peixes na Ceagesp, diz ele que é uma arte encontrar bons produtos. Ele consegue, pois conheço A peixaria e senti-me próxima ao mar, tal o frescor dos produtos expostos no balcão e, daí, degustar pratos preparados por este moço é uma experiência inesquecível!
Tu não vês este guri em badalações, ele é um trabalhador, ele age!
Assisti uma aula com ele e o Juarez Campos em 2013 onde explicaram como escolher e preparar peixes, a manjuba marinada do Cauê é uma delícia! Fui a este debate por saber que o Cauê estaria lá. Sou fã!
Adriana Meira, representando o Slowfood/Brasil- Slowfish fez o convite para participarmos do Slowfish week
E Sérgio Cayres Pinto, aqüicultor. Digamos que ele tem fazenda de moluscos. Ele entende que a produção de peixes e mariscos é a saída para lutar contra a degradação de nossa fauna marinha. Segundo ele, havia no litoral paulista um tipo de marisco e o Brasil exportou tanto para a Europa que dizimou esta espécie, que faziam aterro com as cascas! Absurdo!
Saí deste debate com a impressão que eles não tem muita solução sobre os problemas apresentados, mas estão se movimentando e isto importa. Devemos nos informar, participar, nos posicionar, apoiar! Temos o direito e a obrigação de participar!
Se a portaria proibiu algumas espécies de peixe, não apresentou uma solução eficiente, pois, quem fiscaliza? Se quando o pescador vai retirar os peixes das redes, eles estão mortos e a rede não seleciona! De que adianta? É necessário regulamentar as formas de pescar, a conservação correta.
Esta é a preocupação destes profissionais.
Até!
quarta-feira, 29 de abril de 2015
domingo, 9 de novembro de 2014
Arroz de pato
Pato...outro mistério na cozinha, aqui por São Paulo não vejo
muito o consumo. Na minha família era comum comer, criar, matar, limpar... Opa!
Não te assuste! O Alex Atala diz que a cozinha é feita de mortes! Animais,
vegetais! Paciência e perdão pela sinceridade. Mas aquela “higiene” dos
supermercados e açougue escondem a realidade e muitas vezes levam embora o
sabor das coisas!
Voltemos ao pato, o sabor é forte, a carne é firme, os
resultados são fascinantes! Mais um item que recomendo te arriscar...
Pato em minha casa é sempre um sucesso! Com spätzel...
Na adolescência sempre “sobrava” para minha prima Laura e eu
cuidar do pato ou ganso que estava no forno! E olha, tinha muitas outras moças
na família, mas sobrava para a Laura e eu! Que injustiça! Quanto sofrimento aos
domingos! Obrigada, família! Obrigada tia Sissy, tio Norberto, tia Nina, mãe e
pai(que não me defendiam!rs).
O interesse que tenho pela cozinha e pela comida vem desta
época, e hoje serve para enriquecer meus aprendizados técnicos! Obrigada, pois
pato, porco, bacalhau, pão, macarrão, não são mistérios para mim! São amor,
lembrança, nostalgia...
Mas arroz de pato eu nunca tinha feito até esta semana! Uma
aula maravilhosa, um chef que ama como eu o que faz! E ensina tão bem...Luis
Espadana do Tasca da esquina, aqui em São Paulo.
Arroz de pato, cogumelos e alecrim
Ingredientes para o assado: um pato de 2,5kg, 5 dentes de
alho, 300ml de suco de laranja, 200ml de suco de limão, 200ml de vinho tinto, 3
folhas de louro, 1 colher de café de cominho, 1 colher de chá de pimenta da Jamaica,
alecrim, pimenta preta e sal o quanto baste.
Coloque o pato para marinar de um dia para o outro, levar para
o forno e assar a 181 graus durante 2h30min aproximadamente. Desfiar o pato e
reservar os ossos e o suco que resulta do assado.
Caldo: ossos do pato, 100g de cebola cortada em gomos, 3
dentes de alho cortados pela metade, gordura de pato e água o quanto baste.
Core os ossos na gordura de pato, junte a cebola e o alho e
junte água. Ferver por 30 minutos e reservar.
Arroz: 750 gramas de arroz Carolino, 3 dentes de alho picado,
200 g de cebola picada, 100g de bacon, 100g de lingüiça, 200g de cogumelos
shimeji. Refogue a lingüiça inteira, o
pedaço de bacon, a cebola o alho, o alecrim e o louro. Juntar o arroz e os
cogumelos, molhar com um pouco do caldo e com o suco do assado, temperar com
sal, deixar cozinhar lentamente. Quando o arroz estiver cozido, montar por
camada em um refratário, o arroz, o pato, o arroz novamente e por fim a lingüiça
e o bacon , cortadinhos. Levar para gratinar.
Fiz hoje e...repeti! Que sabor, que delícia! A turma provou,
aprovou, repetiu e...repetiu de novo!
Valeu! Bom domingo!
errata
Errata:
Mea culpa, mea culpa...
Outro dia postei uma receita de risoto, e cometi um erro que,
nem eu mesmo tolero!
Quando como algum alimento que contenha tempero pronto ou
caldo industrializado eu sinto o residual na língua, percebo.
Pois não é que escrevi minha antiga receita de risoto na
íntegra onde se utiliza o caldo de galinha! Perdão! Perdão! Perdão aos meus
mestres! Perdão à mim mesma! Rs
Num primeiro instante, quando pensamos que a cozinha é um
local misterioso, complicado e difícil, nem nos passa pela cabeça a
possibilidade de fazer um risoto, muito menos o caldo utilizado no risoto!
Meu maior objetivo na gastronomia é viabilizar para estes
principiantes o prazer de cozinhar, comer, brincar em uma cozinha! Sem medo de
errar! Sem medo de acertar! Sem medo!
Portanto, eis uma receita linda, fácil e importantíssima de
fundo claro de ave:
Antes de começar, vou contar como eu fazia antes de aprender
as técnicas gastronômicas e ficava mais ou menos. Eu pegava carcaças de frango (chamadas
de sambiqueira lá na minha terra), colocava na panela de pressão, descascava
uma cebola, espetava duas folhas de louro com cravos, às vezes colocava uma
cenoura e uns talos de salsão e cozinhava na pressão até ficar macio, tirava os
ossos e via como tinha ficado. Normalmente ficava bom, daí eu resolvia no que
usar.
Com as técnicas aprendi que devemos ter um controle sobre o
produto final, vou fazer este fundo para que? Tudo bem...Nem tanto ao céu, nem
tanto ao...
Caldo de galinha da Lorena
Ingredientes: 3 carcaças de frango, sem gordura, 2 litros de
água, 1 cebola média, 1 cenoura média, 2 talos de salsão(todos picados em
cubinhos do mesmo tamanho, ou quase!), 1 folha de louro, grãos de pimenta, 1
dente de alho.
Modo de fazer: lave as carcaças para retirar impurezas e restos
de sangue, coloque em uma panela grande(se for de pedra sabão é melhor), junte
os vegetais e os temperos.
Leve para cozinhar, retire com uma escumadeira a “espuminha”
que sobe, são impurezas. Cozinhe até que as “carninhas “ estejam macias, coe,
passe por uma peneira.
Pronto, meu anjo! Tens um caldo para fazer o risoto que
desejares, ou capeleti in brodo, ou sopas
variadas, canjas e o que tua imaginação permitir!
Bah, mas que trabalheira! Te garanto que vale a pena, é outro
sabor, outra vida, é saúde! Este líquido tem proteínas e muitas vitaminas dos
vegetais que o compuseram!
Tire um dia, faça o caldo, e congele.
Superdica: sabe os potinhos de requeijão? Eu os levo a
lava-louças, eles saem desinfetados e possuem uma capacidade ideal, inclusive
para descongelar rapidamente. Outra dica, escreva do que se trata, pois terás
tantos potinhos no freezer que não lembrarás do que se trata!
É possível fazer caldo de cogumelos, de vegetais de carne,
escrevam solicitando, ensinarei com o maior prazer.
Faça as experiências e me conte tudo!!
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
risoto para os amigos!
Amizades, amizades...
Ontem revi uma amiga do tempo em que vivi em São José do Rio
Preto. Já falei de experiências nesta cidade, foram 17 anos e meus filhos
nasceram lá! Terra quente! Vida social agitada e pessoas interessantes...
Não pensava ser possível encontrar uma pessoa que não faça
risoto! Amei o privilégio de explicar para minha amiga e agora, divido estas orientações
e receitas para um público maior.
Afinal, quem não gosta de risoto? Comer, preparar, servir? Tudo
com risoto é bom! Preparar uma pequena porção individual, chamar os amigos e
todos irem para a cozinha, salvar a família já que a mamãe demorou no
escritório(não é Paulo? Rs), escolher o sabor: funghi, camarão, queijos,
abóboras... O risoto é versátil dentro de sua versatilidade!
Esta receita é preparada de forma simples, para não espantar
nem os homens, jovens e inexperientes da cozinha.
Vamos lá?
Ingredientes: 1 cebola picada, 2 dentes de alho(opcional),
azeite de oliva, 1 envelope de açafrão, 1 1/1 xícara de arroz, 1 cálice de
vinho branco seco e 1 caldo de galinha dissolvido em água quente.
Modo de fazer: refogar a cebola no azeite, acrescentar o
arroz, acrescentar o açafrão, refogar bem, colocar o vinho e deixar evaporar,
daí coloca o alho e vai pondo o caldo, provar o sal. Baixar o fogo e deixar
cozinhar, mantendo molhadinho.
Dicas: quando faço com camarão, frito ele antes de qualquer item, bem rapidinho,
reservo, faço todo o processo e devolvo ao risoto no final.
Abobrinha italiana (que pode ir junto com o camarão), eu
acrescento na metade do cozimento do arroz.
Ervilha fresca (congelada), também na metade do cozimento do
arroz.
Funghi seco, deve ser hidratado antes de entrar no risoto.
Há uma postagem anterior onde ensino a fazer um risoto de
arroz integral com espinafre e hortaliças, é um dos meus prediletos.
Quanto ao caldo, este que faz parte desta receita depõe contra
minha capacidade de fazer caldos e fundos! Mas aqui estou facilitando para meu
público. Perdão aos puristas!
É possível acrescentar a este caldo de galinha, um pedaço de
cenoura, outro de cebola e um talo de salsão, assim enriquece o caldo e a
receita em si.
Ao final, se não estiveres preocupado, coloque manteiga e
parmesão, porém, se não colocar ficará gostoso também.
Este é um prato excelente para uma primeira experiência!
Homens, que desejam “fazer bonito” para uma moça, este é o prato! Pode ser
acompanhado de uma proteína ou salada ou somente o risoto.
Vamos lá! Arrisque-se!
Conte para mim,depois!
Até!
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Paladar/Estadão
Boa noite!
Desaparecida...
Mas, ufa! Voltei a ter internet, telefone, computador e um
local para trabalhar...
Como é difícil fazer mudança! Porque tenho tantos livros??
De leitura, de comida? E, porque não consigo me desfazer deles? Porque sapatos,
roupas e bolsas doei muitas, mas livros? Quase impossível!
Bem, depois da maratona para ter as tecnologias das
comunicações de volta, poderei retomar
este blog que tanto amo...
Neste meio tempo, aconteceu o “Oitavo Paladar cozinha do Brasil”, participo
há 5 anos, sou apaixonada! O ambiente, as aulas, palestras, eventos... Foi numa
Paladar, quando “as meninas”(Ana Soares, Mara Salles e Neide Rigo) falaram
sobre a galinha que percebi que precisava aprender técnicas. Minha comida já
fazia sucesso, muita coisa complexa eu conseguia fazer mas...o que era
clarificar???
O primeiro ano em que fui assistir uma aula na Semana Paladar, queria assistir a Roberta
Sudbrack, já admirava esta pessoa quando ela era responsável pela cozinha do
Palácio Itamaraty, acompanhava as maravilhas que fazia nos banquetes, a
história de fazer picadinho para o presidente e primeira-dama. Ficava só
imaginando...E que aula...o privilégio e a capacidade de estudar, pesquisar e
desvendar um ingrediente...fascinante!
Fui assistir a RS, mas transitar por aqueles corredores e
ver aqueles astros da cozinha andando por ali também e confraternizando, me
deixou fascinada! Eles pareciam tão felizes! E eu fico feliz numa cozinha. Mas
a vida me empurrou para outra função que exerci por alguns anos e com amor,
dentro de um escritório, mas ao chegar em casa corria para fazer a janta para a
turma que era ,diariamente ,composta de cinco pessoas e as vezes seis ou mais!
Cada um com uma mania e eu tentava agradar a todos ou, cada dia um era
homenageado. Muitas vezes não tirava nem o salto e meu marido na época
cronometrava, pois eu consigo ser rápida!
Mas na Semana Paladar eles que se virassem com pizza,
cachorro quente, pois a cada ano que passava eu assistia mais e mais aulas, sempre
sozinha, sempre desgarrada, quase sempre na primeira fila.
Edinho Engel falando apaixonadamente de arroz! De peixe!
Juarez Soares, “as meninas”, João Rural, Jeferson Rueda, Rodrigo Oliveira,
Roberto Smeraldi, José Baratino, muita gente! Que privilégio eu tive todos
estes anos! Mesmo indo sozinha e até me sentindo estranha às vezes. Não
arredava pé, rs.
Este ano mudou, eu até estava me preparando para ficar
hospedada no hotel que sediava o encontro!
A experiência na Anhembi-Morumbi foi interessante, porém as
aulas com horários sobrepostos me fizeram sofrer tremendamente, rogo por uma
solução, pois sofri muito! Perdi “as meninas”!!
Mas assisti a Nekka, o Carlos Siffert, a Tereza Paim, o Felipe Rameh e o
Frederico Trindade, Flávio Miyamura, Ana Rita Suassuna...assisti muita coisa
boa e perdi outras... Como tudo na vida...
Hoje faço um curso maravilhoso! Acabei com muitas das
dúvidas que tinha e aumentei e muito minha paixão por cozinhar e a certeza de
que não quero fazer outra coisa na minha vida!
Voltando a “ Semana
Paladar”, pude presenciar batalhas destes chefes importantes, perante a Anvisa,
para derrubarem algumas regras que emperravam o trabalho de muita gente. E
venceram! E vão vencer mais ainda! Hoje
temos queijo da Serra da Canastra, legalmente! Além de outros produtos. Ainda há
muitas batalhas para eles vencerem, principalmente perante a Anvisa, mas
acredito no poder destes profissionais que amam o que fazem e são referência
para quem está começando.
Quando mudei de Porto Alegre direto para o interior de São
Paulo, faz 22 anos, não era glamuroso cozinhar, minhas amigas estranhavam que
eu gostasse de preparar o almoço da minha família, hoje isto acabou e a
possibilidade de a Semana Paladar crescer ainda
mais, existe. É bom e ruim, pois acabou aquela facilidade de cruzar com
Luis Fernando Veríssimo, Alex Atala e outros pelos corredores, nos intervalos,
mas, quem gosta de gastronomia precisa ter o privilégio de desfrutar desta
experiência.
Faz tempo que eu desejava fazer esta declaração de amor a
este evento !
Feito! Consegui!
Será que consigo um emprego no Estadão? Rs
Até
domingo, 7 de setembro de 2014
Bom dia!
Voltando às minhas origens, ou seja: comida saudável!
Esta é uma das minhas receitas prediletas, desenvolvi faz uns 10 anos.
Desde criança, nos hábitos alimentares de minha casa, priorizamos os vegetais em detrimento da carne; mesmo quando minha mãe fazia carne de panela com batatas, eu preferia as batatas. e sempre comemos pouco. Apesar de ser gaúcha, a carne não imperava em nossas refeições.
Depois, mocinha, imagina mudar a medida da cintura! nem pensar! Imagina ter barriga! Socorro! Celulite, estrias, flacidez!! Bah!
Quando mudei para São Paulo, estranhei o exagero (aqui chamam de fartura), até acostumei, pois "comer e coçar, é só começar". Pois consegui engordar uma absurdo! E, de uns seis anos prá cá, uncluí sedentarismo e excesso de glúten, o resultado: pança!!
Estou no processo de reversão do estrago, voltando assim aos quitutes saudáveis.
O risoto com espinafre e hortaliças é uma delícia! Tu podes acrescentar manteiga e queijo ralado, se desejar, porém aconselho a seguir a receita pelo menos na primeira vez (sempre respeito a receita na primeira vez). Permita-se sentir um sabor suculento, apesar de não ter gorduras. Os integrais em geral, despreendem mais sabor à medida que vamos mastigando, e neste risoto é assim!
E quanto mais mastigarmos os alimentos, melhor! Afinal, estômago não tem dentes!!
Sabemos que o que entra por nossa boca pode fazer-nos muito mal, mas as pessoas esquecem que o que sai de nossa boca também é perigoso! Cuide-se! Vale a pena!
Risoto de spinafre e hortaliças
Ingredientes: 750 gramas de espinafre picadinho
1 taça de vinho branco seco
1 alho-poró fatiado
8 xícaras de caldo de legumes
4 colheres de sopa de azeite
1/2 xícara de cebola picadinha
1 cenoura ralada
2 colheres de sopa de aipo picado
2 xícaras de arroz integral
pimenta e sal a gosto
Modo de fazer: colocar o arroz de molho por mais ou menos 30 minutos. refogar a cebola, colocar o arroz, refogar, colcocar o vinho, deixar secar, colocar os demais ingredientes, cozinhar em panela semi-tampada. Depois de pronto salpicar com gersal e tempero verde picadinho.
Delícia!
Até a próxima!
Voltando às minhas origens, ou seja: comida saudável!
Esta é uma das minhas receitas prediletas, desenvolvi faz uns 10 anos.
Desde criança, nos hábitos alimentares de minha casa, priorizamos os vegetais em detrimento da carne; mesmo quando minha mãe fazia carne de panela com batatas, eu preferia as batatas. e sempre comemos pouco. Apesar de ser gaúcha, a carne não imperava em nossas refeições.
Depois, mocinha, imagina mudar a medida da cintura! nem pensar! Imagina ter barriga! Socorro! Celulite, estrias, flacidez!! Bah!
Quando mudei para São Paulo, estranhei o exagero (aqui chamam de fartura), até acostumei, pois "comer e coçar, é só começar". Pois consegui engordar uma absurdo! E, de uns seis anos prá cá, uncluí sedentarismo e excesso de glúten, o resultado: pança!!
Estou no processo de reversão do estrago, voltando assim aos quitutes saudáveis.
O risoto com espinafre e hortaliças é uma delícia! Tu podes acrescentar manteiga e queijo ralado, se desejar, porém aconselho a seguir a receita pelo menos na primeira vez (sempre respeito a receita na primeira vez). Permita-se sentir um sabor suculento, apesar de não ter gorduras. Os integrais em geral, despreendem mais sabor à medida que vamos mastigando, e neste risoto é assim!
E quanto mais mastigarmos os alimentos, melhor! Afinal, estômago não tem dentes!!
Sabemos que o que entra por nossa boca pode fazer-nos muito mal, mas as pessoas esquecem que o que sai de nossa boca também é perigoso! Cuide-se! Vale a pena!
Risoto de spinafre e hortaliças
Ingredientes: 750 gramas de espinafre picadinho
1 taça de vinho branco seco
1 alho-poró fatiado
8 xícaras de caldo de legumes
4 colheres de sopa de azeite
1/2 xícara de cebola picadinha
1 cenoura ralada
2 colheres de sopa de aipo picado
2 xícaras de arroz integral
pimenta e sal a gosto
Modo de fazer: colocar o arroz de molho por mais ou menos 30 minutos. refogar a cebola, colocar o arroz, refogar, colcocar o vinho, deixar secar, colocar os demais ingredientes, cozinhar em panela semi-tampada. Depois de pronto salpicar com gersal e tempero verde picadinho.
Delícia!
Até a próxima!
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Boa noite!
Minha vida anda tão complicada...
A cozinha me salva, amo cozinhar!
Um dos meus filhos, desde pequeno, pedia para eu fazer waffle, até que comprei uma maquininha! Pois daí ele desapegou! Dá para acreditar?!
No final de semana, minha frase foi:
Il n'y a pas de pain chez moi!!!
Não queria sair para comprar...padaria, supermercado...non.
Cadê aquela maquininha?? Fiz uma receita que eu havia escrito em um papel qualquer, mudei um pouquinho e... voilá!!
Até eu comi!!(evito certas coisas, para tentar manter a forma)
Que sucesso!
Daí resolvemos colocar chocolate na massa (chocolate sempre, chocolate em tudo, rs), mas ficou tão bom! Perfumou a casa, o cheirinho saiu "beijando" as pessoas, acarinhando quem permitia, quem chegava na cozinha!
Confesso que a aparência do waffle com chocolate não ficou muito bonita, mas o sabor...ótimo!
Experimente!
Minha preferência é waffle com mel e canela e um capuccino para acompanhar, meu mel acabou (onde encontro mel puro de verdade?), coloquei maple, ficou bom; lembrei de um melado de cana: ficou muito bom!
Vamos! Faça o seu! O waffle é como uma panqueca, aceita todas as invenções!
Aí vai a receita para que tu não tenhas desculpa! rs
Waffle
Ingredientes: 3 ovos, 1/2 xícara de óleo, 2 1/2 xícaras de leite, 2 xícaras de farinha de trigo, 2 colheres de sopa de maizena, 1/4 xícara de açúcar. 1 colher de chá de sal, 1 colher de sopa de fermento e 3 colheres de sopa de manteiga derretida.
Modo de fazer: coloque no liquidificador os três primeiros ingredientes, bata e vá colocando os demais ingredientes, pouco a pouco, depois de bem batido, junte a manteiga.
Dica: peneire a farinha com o fermento e a maizena, fica mais aerado e ajuda a ficar fofinho!
Aqueça bem a "waffleleira", coloque umas duas conchas pequenas, feche e baixe a temperatura.
Prepare-se, a casa vai ficar perfumada e colherás os louros desta façanha deliciosa!
Beijos!
Até!
Minha vida anda tão complicada...
A cozinha me salva, amo cozinhar!
Um dos meus filhos, desde pequeno, pedia para eu fazer waffle, até que comprei uma maquininha! Pois daí ele desapegou! Dá para acreditar?!
No final de semana, minha frase foi:
Il n'y a pas de pain chez moi!!!
Não queria sair para comprar...padaria, supermercado...non.
Cadê aquela maquininha?? Fiz uma receita que eu havia escrito em um papel qualquer, mudei um pouquinho e... voilá!!
Até eu comi!!(evito certas coisas, para tentar manter a forma)
Que sucesso!
Daí resolvemos colocar chocolate na massa (chocolate sempre, chocolate em tudo, rs), mas ficou tão bom! Perfumou a casa, o cheirinho saiu "beijando" as pessoas, acarinhando quem permitia, quem chegava na cozinha!
Confesso que a aparência do waffle com chocolate não ficou muito bonita, mas o sabor...ótimo!
Experimente!
Minha preferência é waffle com mel e canela e um capuccino para acompanhar, meu mel acabou (onde encontro mel puro de verdade?), coloquei maple, ficou bom; lembrei de um melado de cana: ficou muito bom!
Vamos! Faça o seu! O waffle é como uma panqueca, aceita todas as invenções!
Aí vai a receita para que tu não tenhas desculpa! rs
Waffle
Ingredientes: 3 ovos, 1/2 xícara de óleo, 2 1/2 xícaras de leite, 2 xícaras de farinha de trigo, 2 colheres de sopa de maizena, 1/4 xícara de açúcar. 1 colher de chá de sal, 1 colher de sopa de fermento e 3 colheres de sopa de manteiga derretida.
Modo de fazer: coloque no liquidificador os três primeiros ingredientes, bata e vá colocando os demais ingredientes, pouco a pouco, depois de bem batido, junte a manteiga.
Dica: peneire a farinha com o fermento e a maizena, fica mais aerado e ajuda a ficar fofinho!
Aqueça bem a "waffleleira", coloque umas duas conchas pequenas, feche e baixe a temperatura.
Prepare-se, a casa vai ficar perfumada e colherás os louros desta façanha deliciosa!
Beijos!
Até!
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